Laudo do IML diz se perito da Polícia Civil estava vivo antes de ser jogado em rio

Os familiares de Renato Couto Mendonça reconheceram o corpo que foi retirado do Rio Guandu, em Japeri (RJ), nesta segunda-feira (16/05). O perito da Polícia Civil estava desaparecido desde sexta-feira. Colegas de trabalho estranharam a ausência de Renato no plantão de sábado.

Ao procurar a família dele, foram informados sobre o desaparecimento no dia anterior. A investigação começou e o corpo foi encontrado hoje. Renato teria sido vítima de quatro homens, três deles oficiais da Marinha. A briga aconteceu, por causa de objetos furtados.

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Renato registrou Boletim de Ocorrência após furtos na obra da sua casa. Usuários de droga estariam entrando no local para furtar itens e vender em ferro-velho. O perito encontrou peças no ferro-velho de Lourival Ferreira de Lima, na Praça da Bandeira, zona norte do Rio de Janeiro.

O papiloscopista discutiu com Lourival, teria agredido o dono do ferro-velho e foi morto em novo encontro que aconteceu durante a tarde. Lourival avisou ao filho, Bruno Santos de Lima, sargento da Marinha, que reuniu mais dois amigos para pegar Renato em emboscada. Os dois mais Daris Motta e Manoel Soares, cabo e terceiro-sargento da Marinha, respectivamente, foram presos.

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Renato levou tiro na perna e no abdômen e teria sido agredido por Lourival enquanto estava desacordado. Logo depois, o corpo foi jogado no Rio Guandu, na Baixada Fluminense. Laudo do Instituto Médico Legal apontou que Renato ainda estava vivo quando foi lançado ao rio, na sexta-feira. O perito da Polícia Civil morreu vítima de afogamento. Este fato pode aumentar a pena dos culpados pelo crime.

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