Mulher de 78 anos é encontrada viva no necrotério, pouco antes do sepultamento e quase é enterrada viva

Clotilde Rieck tem 78 anos de idade e quase foi enterrada viva após sofrer duas paradas cardíacas no último dia de 2021. O enterro da idosa já estava sendo preparado quando um funcionário da funerária ficou chocado ao ver que a suposta falecida, na verdade estava viva.

O caso aconteceu em Cidreira, no Rio Grande do Sul, e a mulher já estava sendo retirada do necrotério para ser sepultada, quando perceberam que ela não havia morrido. Em entrevista ao portal G1, a sobrinha-neta da dona Clotilde contou que estava tudo pronto para o velório quando a família recebeu uma ligação do necrotério avisando sobre o ocorrido.

LEIA TAMBÉM:  Grande atriz falece aos 81 anos após perder o marido; família expõe o que causou o falecimento

“Quando ele descobriu o corpo para fazer a remoção dela, ela estava viva, com o braço erguido, o olho aberto e pedindo ajuda“, disse a jovem. A família está perplexa com tudo isso e ainda não contou qual foi a reação da idosa quando soube que estava prestes a ser sepultada viva.

A neta-sobrinha de dona Clotilde, a idosa só não foi sepultada porque a funerária estava com dificuldade para encontrar um caixão do tamanho da idosa e graças a este atraso, o pior não aconteceu.

LEIA TAMBÉM:  Carlinhos Maia se envolve na polêmica de Simaria e sai em defesa da cantora: ‘Ridiculariza’

O certo é que se na funerária tivesse um caixão do tamanho ideal para a suposta falecida, ela teria sido enterrada. Agora a família comemora o atraso no enterro, mas quer saber o que realmente aconteceu.

Dona Clotilde foi levada para a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre onde fez alguns exames e segue internada, mas está passando bem e deve receber alta hospitalar em breve.

LEIA TAMBÉM:  Após ter drama familiar exposto por nora, Gloria Menezes se pronuncia: ‘Nada para trás’

A Polícia Civil já foi acionada e investigará o caso. O prefeito chegou a divulgar uma nota informando que houve erro médico e que tudo será apurado para saber quem é o responsável por ter atestado que a idosa havia morrido.