Vanusa, cantora, morre aos 73 anos em Santos, no litoral de SP

A cantora Vanusa faleceu na manhã deste domingo dia 8 de novembro, em um sanatório santista, no litoral paulista, uma enfermeira do local onde a artista morava há dois anos notou que seu batimento cardíaco aumentou por volta das 5h30 da manhã.

Uma equipe da Unidade de Urgência (UPA) foi chamada e constatou que a causa do óbito foi a insuficiência respiratória, segundo funcionários da casa de repouso, neste sábado.

A filha mais velha Amanda visitou Vanusa no dia 7, ela cantava, brincava, ria e comia bem, a artista realizava fisioterapia e outros tratamentos na residência de idosos.

Em setembro e outubro, Vanusa foi levada ao hospital dos Estivadores, em Santos, devido a uma grave pneumonia, a filha de Vanusa, Aretha Marcos, fez uma saudação à mãe nas redes sociais.

Ela lembrou em uma delas que no domingo, seu pai Antônio Marcos fará 75 anos, “o amor é impossível, hoje é o aniversário do meu pai, Antônio Marcos, que veio deixar minha mãe viver junto para sempre.

A vida é arte!” Seu filho Rafael Vannucci é ator, cantor e produtor de eventos, mora em Goiânia e viajou para São Paulo para encontrar sua família, após a morte do cantor, o repórter e crítico musical Mauro Ferreira revisou a trajetória do cantor.

Segundo ele, Vanusa foi especialmente importante na década de 70, ele também falou sobre a importância da cantora na indústria musical brasileira e suas características feministas.

Ferreira disse: “Vanusa é uma pioneira e ela está empoderada. Quando o mundo se torna mais masculino, ela sempre defende isso, até porque poucas mulheres atuam no Brasil como letristas. música.”

Vanusa Santos Flores nasceu em Cruzeiro (SP) em 22 de setembro de 1947, mas cresceu em Uberaba (MG), em toda a sua carreira, ela lançou mais de 20 discos e vendeu 3 milhões de discos.

Comparada às canções populares, a cantora e compositora é mais conhecida que a MPB, mas ela toca rock and roll nos Estados Unidos. Oscila entre grama e samba e outros tipos.

Aos 16 anos cantou com a banda Golden Lion. Em 1966, cantou com sucesso “Pra sempre chorar” e começou a se apresentar na TV Excelsior. Paralelamente, participou da última versão do projeto Jovem Guarda.

Logo em seguida, participou do programa humorístico “Adorabletrapalhões” com Renato Aragão, nos anos 1970, modificou canções populares, como “Manhãs de Setembro”, criada em colaboração com o seu parceiro permanente Mário Campanha, e “Sonhos de um palhaço”, de Antonio Marcos e Sérgio Sá, e “Paralelas”, de Belchior.