Revelações de Monique impactam; ela diz que foi dopada por Jairo e que Henry relatou 1ª agressão em janeiro

Agora há pouco, noticiamos sobre a carta de mais de 29 páginas, escrita por Monique Medeiros dentro da prisão, que fazia diversas revelações importantes a respeito do seu relacionamento com o vereador Dr. Jairinho, e sobre as circunstâncias da morte de Henry Borel, de apenas 4 anos de idade. Aos poucos, detalhes importantes sobre a carta, estão sendo revelados.

Na carta, a pedagoga reforça sobre o comportamento agressivo do companheiro, e também as supostas agressões que ela também havia sofrido nas mãos de Jairinho. No primeiro depoimento dado a polícia, Monique havia mentido sobre sua relação familiar, dizendo que não havia notado nada de errado com seu filho, e que ela e o namorado viviam bem no apartamento. Entretanto, a professora alega que foi obrigado e mentir, pois estava sob a ameaça de Jairinho. Em um trecho da carta, ela chega a conta que havia sido dopada pelo namorado.

Monique afirma, que recebia diversas vezes da mão de Jairinho, comprimidos para dormir, e que já o havia flagrado, diluindo um comprimido dentro de sua taça de vinho. A pedagoga afirma que já havia percebido algumas vezes, a presença de um pózinho branco no fundo de sua bebida.

A mãe da criança conta, que Henry havia relatado as agressões de Jairinho contra ele, quase dois mês antes de morrer, em meados de Janeiro. Ela conta que um dia, estava na cozinha, quando o filho veio até ela, e contou que havia recebido uma “banda”, e uma “Moca”, do namorado da mãe, que ainda por cima o havia chamado de bobalhão. Monique conta, que havia repreendido Jairinho pela atitude agressiva contra seu filho.

Um laudo pericial realizado no corpo da criança, mostra que sua morte se deu em decorrência de uma hemorragia interna, provocada por lesões no fígado. O pequeno Henry, tinha cerca de 23 lesões pelo corpo. O principal autor do crime, o vereador Dr. Jairinho, também se encontra detido de maneira provisória, assim como sua companheira.