Nora cobra salário e ‘insalubridade’ na Justiça por cuidar de sogra doente

Caso chamou atenção na Vara do Trabalho, uma moradora do Distrito Federal entrou com a justiça, exigindo que pagasse à sogra idosa, treze, férias e insalubridade, a família é oriunda da região administrativa do Gama.

A “prestação do serviço” será realizada entre setembro de 2015 e julho de 2016, o desembargador Claudio da Silva Campos indeferiu o pedido, ao depor, a mulher disse que tomava banho e trocava as fraldas da sogra.

Servindo de segunda a sábado das 7h às 22h nesse período, ela disse que o salário deveria ser de R $ 1.500, mas não tem carteira de trabalho assinada, a mulher também pediu 170 horas extras.

Naquela época, ela morava com a casa de sua esposa, a defesa da sogra alegou que a mulher nunca foi sua empregada e, na verdade, ele estava tentando vingar o pedido de evacuação da propriedade.

A velha afirmou que era frequentemente insultada e amaldiçoada – como “velha astúcia”, “aleijada” e “velha nojenta”, a sogra também provou que a filha é empresária e trabalha no ateliê de costura em sua casa.

Além disso, ela nunca cumpriu obrigações familiares, mesmo quando se trata de cozinhar, limpar a propriedade ou pagar taxas, ela não é considerada uma “convidada”, a esposa e o marido continuam morando aqui.

Para os juízes, não há vínculo empregatício, de acordo com a sentença, a própria empresária relatou que durante o suposto período de trabalho, ela viajou várias vezes ao país por cerca de três, cinco e dez dias.

A publicações nas redes sociais mostram que ela costura e conserta roupas no ateliê onde a sogra trabalha e vende perfumes e roupas de cama, campos disse que ver a empresária “cuidar da casa e dar almoço à senhora.

Não significa que ela tenha recebido encomendas ou tenha vínculo empregatício, mas sim uma cooperação com a família, “é preciso levar em conta que a relação entre a autora e sua sogra Ana Maria se desenvolveu no âmbito familiar.

Aqui, é natural que a mulher dê assistência à sogra doente, pois esta é uma atitude, o juiz disse, as pessoas querem ter contato com suas famílias, principalmente quando moram juntas de graça ao mesmo tempo, como no caso do reclamante.