Monique apanhava de Jairinho frequentemente e chegou a ser enforcada pelo vereador, garante defesa

Há alguns dias, o escritório que defende a professora Monique Medeiros da Costa e Silva, acabou mudando. Seus novos advogados, agora têm uma nova estratégia para livrar sua cliente da prisão.  Monique segue cumprindo prisão preventiva, isolada de outras detentas devido a normas de saúde e segurança impelidas pelas agências de saúde. Ao o que parece, a professora acusada de participar da morte do próprio filho, Henry Borel de apenas 4 anos de idade, ficará detida por cerca de 30 dias, até a conclusão do caso.

Monique foi levada no dia 8 deste mês para a delegacia após um mandado de prisão emitido pela Justiça. Nesta semana, a defesa da professora voltou a insistir para que ela tenha a oportunidade de depor novamente para falar “toda a verdade”. Os advogados alegam que a mãe de Henry vinha sofrendo frequentes agressões por parte de Jairinho, seu namorado, acusado de matar o menino.

A professora está sendo acusada, de prestar falso testemunho para a polícia, em uma tentativa de acobertar os feitos de seu marido. Dr. Jairinho, acusado de espancar e torturar o enteado, Henry Borel. “Tanto a babá, quanto a ex-namorada afirmaram ter medo dele (de Jairinho). Será que a única pessoa que não teve o depoimento influenciado por Jairinho foi Monique? É uma questão de raciocínio“, disse um dos advogados de Monique.

A defesa da mãe de Henry, alega que ela chegou a ser enforcada pelo vereador e apanhava frequentemente. Monique havia pedido um novo testemunho aos policiais, e disse que contaria toda a verdade a respeito da morte da criança. O delegado responsável pelo caso, ainda julga o pedido de Monique, até o dado momento. Monique ainda segue isolada dentro da prisão, após ser diagnosticada com o novo corona vírus, e há alguns dias, havia contraído uma infecção urinária, mas foi tratada.