Marido de Paulo Gustavo, Thales Breta, deu sua primeira entrevista após a morte do ator e causa comoção

Após a morte de Paulo Gustavo, seu marido Thales Bretas, ainda não havia vindo a público para falar sobre a passagem de seu amado. Thales acompanhava seu companheiro todos os dias, e constantemente pedia para que as pessoas fizessem sua orações, em prol da recuperação de Paulo. Infelizmente o ator não resistiu a diversas complicações que vinha sofrendo, por causa da Covid-19.

Paulo Gustavo ficou cerca de dois meses na UTI, respirando através de um pulmão artificial por bastante tempo. O Brasil inteiro acompanhou seu drama, e diariamente demonstrava todo o carinho que tinha pelo ator. Paulo Gustavo era conhecido por ser um grande chamariz de público, para os cinemas. Seu filme “Minha Mãe é uma peça 3”, bateu recorde de bilheterias, enquanto concorria com nomes de grande peso, como “Vingadores Ultimato”, mas ainda assim alavancou um público grandioso para as salas de cinema.

A jornalista filiada à emissora Globo, Renata Capucci , conseguiu uma entrevista com o marido do artista, após a sua morte, onde ele contou um pouco mais sobre o ator, deixando a todos muito emocionados. Nas redes sociais, a jornalista postou um pouco dos bastidores da entrevista, que foi ao ar no domingo (09/04). ‘Falamos hoje de amor, cumplicidade, saudade, eternidade’, disse a jornalista em sua postagem.

‘Só uma profissional tão grandiosa como você seria capaz de fazer uma entrevista como essa. O Brasil não estava preparado para a perda, mas é necessário falar de amor sempre…’, disse uma das mais de 400 mil seguidoras de Renata, em sua conta no Instagram. ‘Que Deus em sua infinita bondade possa confortar o coração dessa linda família’, disse outro seguidor.

Thales desabafa na entrevista, que Paulo Gustavo será sempre o amor da sua vida, e que está sentindo um enorme vazio sem o seu amado. “Ele estava presente em todos os ambientes. Ele via tudo que acontecia, sabe? Me chamava o tempo todo, gritando sempre, pela casa afora, às vezes eu ate não respondia, só pra ele aprender a me procurar andando. E essa ausência é avassaladora assim. É um silêncio que não fazia parte da minha vida há sete anos”.