Mãe que ateou fogo e matou filho recém-nascido sofre dura punição da Justiça; versão foi desmentida

Na última quarta-feira (12/05), o Brasil e o mundo ficaram horrorizados com a ação cruel cometida pela jovem Isabella Freire, contra o próprio filho recém nascido.  A mulher levou o filho, que tinha menos de uma semana de vida, até um lote vago, e ateou fogo na criança. O corpo foi encontrado por um transeunte que passava pelo local, e viu um cachorro o arrastando pela rua. Porém, no início dessa semana, a juíza Nina Sá Araújo acatou a solicitação e converteu a prisão da jovem de 24 anos.

A mulher confessou o crime bárbaro á polícia, e dois dias depois, justiça emitiu sua decisão. Isabela conta que cometeu tamanho horror contra o próprio filho, pois sua mãe “morreria” se soubesse de sua gravidez. A localização da criminosa, aconteceu de forma bastante rápida, pois no pulso da criança, ainda estava uma pulseirinha de identificação do hospital. O homem que encontrou o corpo corpo do recém nascido, ligou imediatamente para a polícia após encontrá-lo.

“[Ela] seguirá presa durante a fase final do inquérito policial, em que é investigada pela prática dos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, bem como durante a instrução criminal”, afirmou o delegado Wllisses Valentim, responsável pelo caso.

O namorado de Isabela, concedeu um depoimento a polícia, e trouxe revelações bastante importantes para o caso. Os investigadores cogitavam o fato de que a mulher havia rodado a cidade de Anápolis, em busca de local para abandonar e atear fogo contra seu próprio filho. Mas segundo o namorado, o lote que foi palco do crime, na verdade pertencia ao irmão de Isabella, que mora fora do Brasil. Tudo isso indica, que a mulher premeditou a ocultação do corpo do filho, e isso dá um novo ângulo para o caso.

Os investigadores contam, que o recém nascido ficou por cerca de três dias trancado dentro de uma dispensa, na casa de Isabella, e que nesse período foi privado de alimento.