Jovem e funcionária de hospital: mãe é presa após matar bebê carbonizado em GO

Nos últimos dias, vivemos uma onda de violência contra crianças, que tem assustados a todos em nosso país. Diariamente noticiamos casos de pais que torturam e mataram os próprios filhos, como o caso da pequena Ketelen, ou até mesmo do menino Henry, ou o pequeno Gael. Mas na última quarta-feira, um crime chocou o Brasil e o mundo, na cidade de Anápolis, a 55 quilômetros de Goiás.

Uma mulher de 24 anos de idade, é suspeita de atear fogo no próprio filho recém nascido, dentro de um lote vago. A criminosa tinha acabado de sair do hospital com a criança, que ainda estava com a pulseira de identificação, colocou o pequeno dentro de uma caixa de papelão, foi até o carro e pegou um galão cheio de álcool, e ateou fogo no bebê. Toda ação, foi flagrada por câmeras de segurança, de residências próximas ao lote.

Em depoimento a polícia, a mulher chorou muito, e disse que quando cometeu o ato bárbaro, não sabia se a criança estava morta ou viva. O recém nascido, tinha apenas uma semana de vida. A criminosa também confessou, que havia escondido sua gravidez da mãe, e que havia amamentado a criança apenas uma vez até então. Wlisses Valentim, delegado responsável por investigar o crime, afirma que a mulher teve uma educação muito rígida, o que nos deixa ainda mais perplexos pelo fato dela ter cometido tal ato. A mulher, também era evangélica.

Isabella Freire trabalhava na Farmácia Especializada de um hospital participar de Anápolis. A jovem era estudante de farmácia em uma universidade privada, mas havia trancado a matrícula a algum tempo, fato que também foi ocultado de sua mãe. A motivação do crime segundo Isabella, era que sua mãe vivia acamada e o pai morava no exterior.

Devido ao fato de ter engordado apenas 5kg durante a gravidez, a jovem acabou passando despercebida pelo hospital que trabalhava, sem ter sua gestação notada. Ela e o pai do bebê, mantinham relações a mais de dois anos, mas o homem que também está sendo investigado, achava que ela teria abortado a criança.