Filho suspeito de matar a mãe em Joinville recebeu amigos em casa após crime, diz polícia

A polícia disse que o jovem suspeito de matar sua mãe e esconder seu corpo em Jonville, no norte do estado, foi cuidado por amigos em casa após o crime.

Albertina Schmitz Tasca foi sepultada na madrugada desta quinta-feira dia 7 de janeiro, o corpo da vítima ainda vivia com o filho de 20 anos do suspeito de crime quatro dias após o assassinato.

Ele foi preso e considerado culpado, o juiz transformou a prisão por barbárie em medida preventiva nesta quinta-feira, de acordo com o representante responsável pelo caso.

Roberto Patella Junior, o suspeito alegou que não controlou a raiva durante a disputa com sua mãe na noite de sexta-feira dia 01 a sábado dia 02, o surto, o agente disse: “No momento em que ela se virou, seu filho deu-lhe um mata-leão.”

Logo em seguida, a suspeita colocou um lençol na mulher e trancou a porta do quarto, de acordo com o testemunho de familiares da vítima, ela costumava trancar o quarto sempre que saía de casa ou mesmo dentro de casa.

A agente explicou: “Ela tem muito medo dele (filho)” a mulher se divorciou e só morava com o filho, além disso, segundo Patella Junior, existe uma relação conflituosa entre os dois, e são muitas as discussões.

Segundo investigação e análise, imagens de câmeras de segurança em casas próximas mostraram que durante os quatro dias em que o corpo da vítima foi deixado no local, o jovem manteve a casa em funcionamento normal.

A polícia disse que o suspeito trouxe cerca de cinco amigos para beber na residência no domingo. Segundo o agente, o amigo não sabia que a mulher estava morta, Por viver uma vida ativa nas redes sociais e manter comunicação frequente.

Os familiares de Albertina expressaram dúvidas sobre o seu desaparecimento durante a semana. O agente disse que a filha mais velha até perguntou ao irmão sobre o paradeiro da mãe, mas o jovem disse que não sabia.