Evidências apontam que menino Miguel pode ter sido jogado do alto do prédio

O caso do menino Miguel tem ganhado grandes proporções no Brasil e como vendo a todos.

Nas redes sociais as pessoas tem revoltado com a atitude negligente de Sarí Corte Real, patroa de Mirtes, mãe do menino.

Momentos antes do menino Miguel cair de uma altura de mais de 35 m de altura, ele estava sob os cuidados da patroa de sua mãe, pois a mesma estava passeando com os cachorros da madame.

Mas o que a mulher não sabia, é que o garoto de 5 anos, entraria no elevador a fim de procurar por sua mãe então ele subiu no nono andar e caiu se chocando ao solo.

Mas o que está intrigando a polícia que está sendo responsável pela investigação do caso, é sobre como Miguel teve acesso a uma área de difícil acesso e veio a cair.

Até o momento, a hipótese principal é de que o óbito tenha ocorrido por uma queda acidental.

Mas agora, após duas semanas do ocorrido, a polícia civil do Estado de Pernambuco, vem adotando uma nova linha de investigação, ou seja, eles estão trabalhando com a hipótese de que Miguel pode ser sido arremessado ao invés de ter caído.

A evidência aqui sustenta essa nova fase da investigação, é de que a criança não conseguiria ter acesso sozinho ao local de onde veio a cair.

Então foi determinado que os peritos fossem ao local a fim de investigar mais a fundo.

Geralmente quando chegaram ao local, analisaram e concluíram que 1,20 metro, é uma altura difícil de uma criança de 5 anos com 1,15 metros, fazer uma escalada.

Como não se ter uma conclusão sobre ocorrido, o caso ainda pode sofrer uma revira-volta, no qual o mesmo segue em estudo policial e pericial.

A patroa foi indiciada por homicídio culposo, aquele quando não há a intenção de matar, e foi liberada após pagar uma fiança no valor de 20 mil reais.