Estudante de jornalismo que não tinha doença preexistente morre de Covid-19 aos 23 anos em MT

O mundo enfrenta a ameaça do novo corona vírus, a mais de um ano. Durante esse tempo, centenas de milhares de pessoas morreram por causa da doença, e enquanto alguns países finalmente estão se erguendo e conseguindo combater a doença, o Brasil todos os dias é impactado com a morte de um pessoa, que ainda tinha um vida de sonhos pela frente.

No início da pandemia, as pessoas que compreendiam o grupo de risco (idosos, pessoas com comorbidades, grávidas e etc), eram aquelas que mais recebiam os alertas dos perigos do vírus. No entanto, a doença se modificou, e agora até mesmo pessoas jovens, e consideradas saudáveis, se tornaram vítimas fatais da doença.  As variantes e mutações que o corona vírus vem sofrendo com o passar do tempo, estão se alastrando de uma maneira bastante acelerada, e colocando a população em risco.

Esse é o caso, da estudante de jornalismo Micaelly Larissa Ignatz Macedo, de 23 anos, que passou a compor a contagem de mais de 450 mil mortos pela doença em solo brasileiro. Micaelly era era estudante da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso), e era considerada saudável, sem qualquer comorbidade que a fizesse compreender o grupo de risco. A universitária começou a sentir os efeitos da doença,  no final do mês de Março, e foi internada no dia 30 de março, no Hospital Santa Rita, que fica localizado em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá.

A instituição de ensino superior, por meio da coordenação do curso de Jornalismo, divulgou nota para lamentar a perda da aluna. “Esta coordenação, em nome do curso de jornalismo, sensibiliza-se com o ocorrido e abraça docentes, amigas/os, colegas e familiares da Micaelly, em sinal de consternação”, dizia o comunicado. O corpo de Micaelly foi sepultado na sexta-feira, 30 de abril. Esperamos que com a chegada da vacina, casos como o de Micaelly, deixem de acontecer.