Caso Maria Clara: testemunhas revelam comportamento suspeito da mãe no dia do crime

A mãe de Maria Clara, Adriana, recebeu ameaças de morte e foi protegida pelo Senado de Pindamonhangaba, a mulher teve que sair de casa e sua localização foi mantida em segredo.

A polícia municipal foi até a casa onde a menina de um ano vivia com sua mãe e assassinou seu padrasto e três irmãos, depois que os residentes incendiaram sua propriedade, eles não tinham nada.

Os vizinhos do casal relataram que quando Diogo disse que Maria Clara havia sido sequestrada e suspeitou que sua mãe estava envolvida no crime, estranharam a atitude de Adriana, acompanhe o relatório!

A filha do pai de Maria Clara foi assassinada pelo padrasto em Pindamonhangaba (SP) e indiciou o suspeito, o padrasto da menina chegou a alegar que ela foi sequestrada por um estranho, mas confessou o crime algumas horas depois e foi preso.

O corpo de Maria Clara foi sepultado no Cemitério Municipal de Pindamonhangaba na manhã desta quinta-feira dia 15 de outubro, a comoção provocada pela história fez com que o funeral do bebê de um ano de idade deixasse os moradores ainda fora do cemitério.

Antes, em uma festa, seu corpo era coberto com um véu por cerca de três horas, reunindo familiares e amigos, o tio da garota, Robert Willian, também acusou o suspeito de ser punido.

“Não sabemos o que o levou a fazer isso, mas não há perguntas a fazer, ela é uma criança indefesa, o que ela pode fazer? Esperamos que a justiça não falhe e ele pague pelo que fez. “

O caso gerou resistência e moradores atearam fogo nas casas onde moravam o padrasto e a mãe do bebê, a brigada de incêndio foi ativada por volta das 18h40, e demorou cerca de duas horas para extinguir as chamas, ninguém ficou ferido.

O pai de Maria Clara e a mãe do bebê têm mais dois filhos, agora, as duas pessoas estão com o pai, devido ao incêndio na casa da mãe, a família mobilizou internautas para doar roupas para os filhos.