Caso Henry: temendo por sua vida, Monique pede para ficar isolada no ‘seguro’ em presídio

Todos os dias, trazemos novas atualizações a respeito do caso do menino Henry Borel, que tem dado o que falar nas últimas semanas. Até o dado momento, o padrasto do garoto, o vereador Dr. Jairinho, e sua mãe Monique, se encontram detidos em uma penitenciária, enquanto o caso segue em julgamento. O garoto de apenas 4 anos de idade, chegou sem vida em um hospital, levado pela mãe e padrasto, principais suspeitos do crime.

Monique Medeiros, está presa no Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói, Região Metropolitana do Rio, e tem vivido momentos de medo por conta de ameaças de outras detentas contra a sua vida. A professora então, fez uma solicitação a Secretaria de Estado e Administração Penitenciária, pedindo que fosse transferida, para um local chamado Seguro.

O Seguro, é um ala da penitenciária, destinada a detentos que são rejeitados pelos outros detentos, que por conta disso acabam tendo a vida em risco. Monique segue isolada, devido a uma quarentena de 14 dias, imposta pelos protocolos sanitários da Covid-19. Essa quarentena, está próxima de seu fim, e isso faria com que Monique fosse transferida para uma cela junta de outras detentas.

Raphael Montenegro,  secretário de Administração Penitenciária, conta que após o término da quarentena de 14 dias, o detento é classificado de acordo com o crime pelo qual ele está preso . Monique por outro lado, solicitou uma permanência no isolamento, e seguirá em uma ala separada das outras presidiárias.

Ainda segundo Raphael, a mãe de Henry está em uma unidade que dispõe de câmeras para monitoramento das atividades das detentas “No sistema não se faz distinção de presos por crime e a gente tem que cumprir a lei. Agora, a administração pública tem ser transparente e dar satisfação à sociedade”, completou o secretário. Já Dr. Jairinho está preso em Bangu 8, onde também estão políticos condenados por corrupção.