Caso Henry: corpo do menino pode ser desenterrado e detalhes são expostos

O caso do menino Henry Borel, tem gerado muitas discussões a respeito dos fatos apresentados até o momento.  A criança, que tinha quatro anos, teve óbito confirmado pela equipe médica do hospital particular Barra D’or, no dia 8 de março deste ano, após ser levado pela mãe e o padrasto para a unidade de saúde.

No primeiro dia do mês de Abril, a polícia realizou uma reprodução simulada, do que poderia ter acontecido no apartamento no dia 8 de março, dia da morte da criança. Após simular todos os parâmetros da suposta queda da cama, apontada pela mãe do garoto, Monique Medeiros, a polícia logo descartou a possibilidade de um acidente doméstico.

Como principal suspeito de cometer agressões a Henry, seu padrasto Dr. Jairinho, tentou atrapalhar as investigações do caso, e acabou tendo sua prisão preventiva por 30 dias decretada. Os laudos da perícia, apontam que a criança sofreu cerca de 23 lesões pelo corpo, e que seu fígado teria sido atingido, causando assim uma hemorragia interna que o levou a óbito.

Porém, o advogado de defesa do Vereador Jairinho, questionou a provas técnicas apresentadas pela polícia, e inteirou que poderá pedir uma exumação do corpo da criança. A exumação seria para que o menino fosse avaliado novamente e emitir um novo laudo necroscópico. Bras Santana, que está defendendo Jairinho desde o último dia 19, acredita que o trabalho realizado pelos peritos do caso não foi bem feito.

O advogado do vereador, afirma que não fará alegações de cunho psiquiátrico, para defender seu cliente, apesar de ter se encontrado com um profissional da área recentemente.  Monique, mãe de Henry, também se encontra detida provisoriamente em um presídio, após também ser acusada de tentar atrapalhar as investigações do caso. Esperávamos um desfecho das investigações no dia de ontem, mas ainda hoje, elas seguem a todo vapor.