Caso Gael: possível evidência pode ser reviravolta nas investigações; há risco de versão ‘cair por terra’

A investigação a respeito da morte do pequeno Gael, de apenas 3 anos de idade, segue a todo vapor nas mãos da polícia Civil. Segundo o depoimento da tia-avó do garoto, que estava dentro do apartamento, no momento em que o garoto teria sido agredido pela mãe, ela estava na sala assistindo TV, quando ouviu barulhos estranhos na direção da cozinha, e encontrou o garoto estirado no chão coberto por uma toalha de mesa. Após isso ela chamou o Samu, que prontamente atendeu o garoto, mas ele infelizmente não resistiu e veio a óbito.

A mãe, identificada como Andréia, foi classificada como a principal suspeita do crime, e está cumprindo prisão preventiva em Tremembé, no interior paulista. Segundo a versão dada pela defesa da mãe, ela teria tido um surto psicótico, e que por isso teria agredido o próprio filho. Porém alguns detalhes a respeito do caso, podem dar uma nova versão ao o crime.

A médica responsável por atender Gael, revelou ao programa Cidade Alerta, que o garoto tinha uma série de ferimentos nas partes íntimas, que poderiam indicar que ele teria sofrido agressões anteriores ao dia em que foi morto. A profissional de saúde conta, que os ferimentos podem indicar que ele já vinha sofrendo agressões há algum tempo, e que isso faria com que a versão dada pela defesa de Andréia, cairia por terra.

O menino havia passado o final de semana, inclusive o Dia das Mães com seu pai, Felipe Nunes. O homem conta, que não havia notado qualquer tipo de anormalidade com o pequeno Gael. O corpo de Gael foi sepultado na manhã desta quinta-feira (13), no município de Prata, no Cariri da Paraíba, terra natal dos pais dele. A cerimônia foi marcada por forte comoção dos familiares e amigos, contando com a presença de centena de pessoas.