Caso Gael: cena da morte do garoto é visitada; mancha vermelha na parede chama a atenção

A morte do pequeno Gael de Freitas Nunes, de 3 anos de idade, deixou a todos chocados, já que a principal suspeita de ser causado uma morte tão precoce, é a sua mãe, Andréia de aproximadamente 37 anos. O garoto sofreu uma parada cardiorrespiratória, enquanto era atendido pela equipe do Samu, e acabou não resistindo. O velório e enterro foram realizados na cidade de Prata, na região do Cariri da Paraíba, e comoveu toda a pequena cidade com menos de quatro mil habitante.

Tudo aconteceu na manhã da última segunda feira (10/05), quando a criança estava na cozinha com sua mãe, que teve um surto psicótico e começou a agredir o próprio filho. Logo em seguida, tia-avó do garoto, o encontrou deitado no chão, coberto por uma toalha de mesa, e também vômito. A mulher identificada como Maria, levou o sobrinho para um dos quarto do apartamento, e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que prestou socorros a criança, e o encaminharam para o hospital, mas infelizmente ele não conseguiu sobreviver.

Andréia Freitas, foi presa, e prestou depoimento na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, no Cambuci, e foi encaminhada para o Presídio de Tremembé, interior do estado. Conhecida popularmente como Capitão Nascimento, a repórter Lilliany Nascimento, entrou dentro do apartamento em que Gael foi morto, e deu mais detalhes a respeito da cena do crime. Acompanhada de Maria, a tia-avó de Gael, ela mostrou o espaço, localizado no bairro Bela Vista que é  grande e espaçoso.

Na cozinha do apartamento, local em que o garoto foi encontrado, a repórter avistou algo estranho, e foi investigar. Tratava-se de uma mancha vermelha na parede, muito semelhante a uma mancha de sangue, o que chamou a atenção da jornalista. Lilliany perguntou para Maria, se aquilo era sangue, e a mulher negou. A tia-avó entrou levou a mãe até a mancha, mas a repórter disse: “É bom não colocar (a mão)”.