Bolsonaro sinaliza 4ª parcela do auxílio emergencial, mas com novo valor; veja quanto

Bolsonaro voltou a falar, a respeito do auxílio emergencial, liberado para os trabalhadores que se encontram em situação de vulnerabilidade devido a pandemia do novo coronavirus.

Ele reconhece que poderá ser paga uma quarta parcela, porém com valor menor.

O benefício está sendo pago atualmente no valor de 600 reais.

Mas em uma reunião com governadores de todo o Brasil, Paulo Guedes ministro da economia, confirmou que o valor a ser pago poderia ser de 200 reais.

“Estamos pagando a segunda parcela, teremos a terceira e nos preparamos para uma quarta, que será um valor menor. Cada parcela está na casa dos R$ 35 bilhões, esse dinheiro vai para o endividamento do Tesouro. Essa ajuda colabora e muito para não termos problemas sociais. Agora o Brasil tem de voltar à normalidade. Estou exausto de falar que desde o começo a gente tinha dois problemas: o vírus e o desemprego. E foi tratado apenas um com exclusividade, as consequências estão vindo.”

O Presidente da República Jair Bolsonaro, utilizou uma parábola para dizer qual seria o rumo que a economia brasileira segue.

“A parábola do sapo fervido. Você bota um sapo num caldeirão de água numa temperatura da lagoa, ele fica a vida toda, se você colocar um foguinho ele vai ficando, vai se sentindo relaxado, inchando, e quando pensa em sair quando está muito quente, está muito tarde. A questão da economia é a mesma coisa. Em muitos pontos do Brasil, o pobre está ficando miserável e a classe média está ficando pobre. Precisamos voltar o mais próximo da normalidade possível, caso contrário entraremos na síndrome do sapo fervido.”

Bolsonaro disse ainda, que nesta quarta-feira 27 de maio, ele assinaria um texto no congresso aprovando uma ajuda a estados e municípios.

“Amanhã [quarta-feira], último dia, com vetos. Injeção de R$ 60 bilhões em estados e municípios, mas os prefeitos e governadores sabem que não terão outra oportunidade. Nós não podemos continuar socorrendo estados e municípios, que devem no meu entender, de forma racional, começar a abrir o mercado.”

Ele finalizou ainda que vetará um limite de reajuste do salário dos servidores.

Esse veto no limite foi um pedido de Paulo Guedes.