Bolsonaro dá péssima notícia sobre o pagamento de mais 2 parcelas do auxílio emergencial

Quando a covid-19 chegou o Brasil, as medidas de segurança do país foram baseadas nos países lá fora. A pandemia se alastrou em todo o mundo e com isso gerando vítimas em grande escala. Com isso o Governo Federal precisou agir perante a situação. 

O Governo Brasileiro inaugurou o auxilio emergencial para todas as familias que precisaram restringir o seu direito de trabalhar e ficar em quarentena em sua residência, assim não recebendo pelo seus serviços. Os autônomos foram a classe trabalhadora mais afetado pelo vírus, por não terem um contrato formal de trabalho. 

O Auxilio emergencial constitui em uma ajuda de custo dada pelo governo de 600 reais para a população de baixa renda conseguir pagar suas custas de sobrevivência. O Governo Federal já pagou a população brasileira bilhões de reais a mais de 63 milhões de brasileiros cadastrados no auxilio. 

Para inscritos no programa do Bolsa Familia, são sempre priorizados no calendário de pagamento das 3º parcelas prometidas pelo governo até a doença ser contida. No entanto, a ineficácia das medidas em combate ao vírus os números de mortos e infectados estão drasticamente aumentando em nosso país, o que nos mostra a necessidade de ficarmos em isolamento por mais tempo que o previsto. 

Com a extensão da quarentena o governo anunciou recentemente que haveriam mais duas parcelas do auxilio, totalizando em 5 parcelas, porém as duas últimas seriam no valor de 300 reais, o que não agradou muita gente. Muitos protestos foram realizados para que o assunto fosse resolvido. 

O Presidente Jair Messias Bolsonaro na manhã desta segunda-feira dia 22, fez um anúncio que deve preocupar muitas famílias brasileiras que usam e precisam do auxilio para manter suas casas.

Segundo ele, que juntamente com a equipe do Ministério da Economia informaram que o Brasil não tem condições de pagar o mesmo valor para as demais prestações, que caso fossem mantidas iriam gerar mais de 50 bilhões de reais em divida ao país mensalmente, o que seria um severo dano a economia de nosso país.