Auxílio Emergencial:movimento quer transformar benefício em renda básica permanente

O programa Auxílio Emergencial está na sua quarta parcela de pagamentos para benifenciários do Bolsa Família. Diante deste cenário de crise instaurado no país e no mundo por conta do Covid-19, este programa está sendo um alento para os brasileiros.

Desde o início desta pandemia, um grupo formado por 163 organização da sociedade civil se mobilizaram em prol de uma renda básica a todos os brasileiros. Após aprovarem o aumento do benefício que era pra ser R$ 200 para R$ 600 junto ao governo.

Por intermédio de um abaixo assinado, este grupo está focando agora suas atenção na renda básica permanente. Nesta semana será instalada a Frente Parlamentar que defende a Renda Básica, pretende lançar um documento para a voz do povo seja ouvida.

“Estamos apostando como um dos caminhos para encaminhar está nossa proposta. Se o governo quiser conversar conosco, estamos dispostos a sentar e conversar para que não seja desperdiçada, novamente, como ocorreu o projeto do Auxílio Emergencial”.

Pois toda a inteligência em política social que existe no nosso país. O intuito documentário é dar parâmetros para uma construção de três princípios: renda como direito, político de renda básica e solidariedade ao seu financiamento.

O movimento tem base como o critério de renda, e não se a pessoa tem emprego ou já recebe outros benefícios, como ocorre com o Auxílio Emergencial. A Caixa Econômica Federal começou a pagar a primeira parcela do Auxílio nesta segunda-feira dia 20 para os cadastrados no Bolsa Família.

Para os outros beneficiários cadastrados via site o depósito da poupança digital começa a cair na próxima quarta-feira dia 22. As próximas duas parcelas de R$ 600 serão as últimas pagas pelo governo federal.

Recentemente o presidente brasileiro Jair Bolsonaro classificou como inviável prorrogar ainda mais o programa por mais tempo, tendo em vista um grande déficit na economia.