Auxílio Emergencial: Muitas pessoas não irão receber a 3ª parcela; saiba quem

Diversas pessoas por conta do novo coronavírus, acabaram perdendo seus empregos ou fizeram a jornada de trabalho reduzida.

Para ajudar a economia brasileira e auxiliar as famílias a enfrentarem a situação ver o Governo Federal liberou o auxílio emergencial no valor de 600 reais.

Diversas pessoas teve o direito de receber a quantia, como autônomo, microempreendedores individuais, mãe chefe de família e desempregados poderiam realizar o cadastro e aguardar por uma análise que teria feito com que eles força ou não aprovados.

Diversas pessoas já receberam a primeira e a segunda parcela do auxílio emergencial.

Agora, os beneficiados já estão focados na terceira parcela, onde a caixa irá divulgar em breve o calendário com as respectivas datas para recebimento.

Porém o que muitos brasileiros ainda não sabem, é que mesmo quem já foi aprovado e já recebeu as duas parcelas anteriores, para muitos a terceira parcela poderá não ser paga.

Mas não se desespere vamos explicar o motivo de isso acontecer.

O problema é que antes do pagamento de cada parcela o cadastro de cada pessoa passa por uma espécie de reanálise.

Conforme disse Ministro da Cidadania, Onix Lorenzoni o motivo de analisar novamente os cadastros é tentar evitar pagamentos irregulares.

Caso seja constatado pagamento indevido, ou mesmo o beneficiário, tenha conseguido um emprego com carteira assinada o benefício será automaticamente cortado.

Conforme informações, a terceira parcela do auxílio emergencial Será que estado apenas após uma nova análise dos cadastros e foram previamente aprovados.

Logo para receber a quantia em questão, os cadastrados deverão continuar cumprindo os requisitos necessários.

Essa regra se aplicará também para que um começará a receber outro tipo de benefício, como por exemplo uma aposentadoria, nesse caso o auxílio de 600 reais também seria cortado.

Outros motivos que podem te levar a perder o filho e deixar de receber a terceira parcela, são:

  • Ser empregado com carteira assinada;
  • Estar recebendo seguro-desemprego;
  • Aposentado ou pensionista do INSS;
  • Receber demais benefícios, com exceção do Bolsa Família: Benefício de Prestação Continuada (BPC); Auxílio Doença; Garantia Safra; Seguro Defeso;
  • Ser de família com renda mensal por pessoa superior a meio salário mínimo (R$ 522,50);
  • Renda familiar mensal total maior que três salários mínimos (R$ 3.135);
  • Limite maior que duas pessoas que recebem Bolsa Família na mesma família;
  • CPF irregular.