Manifestantes fazem protesto em SP contra morte em Porto Alegre e loja do Carrefour é invadida

Desfile da Consciência Negra em São Paulo no 20 de novembro nesta sexta-feira, pede justiça pela morte de João Alberto em Porto Alegre, por arrombamentos e invasões e Carrefour na Rua Pamplona.

​​Zona Jardins As tropas terminaram ao sul de São Paulo, após o término da operação de paz, um pequeno grupo de manifestantes utilizou uma unidade de pedras e paus, um shopping da área que atacou lojas e quebrou janelas.

Os manifestantes também entraram no supermercado e incendiaram alguns produtos, o pessoal de segurança do Carrefour usou extintores de incêndio para extinguir as chamas.

Fechou lojas com clientes dentro para evitar mais distúrbios, ninguém ficou ferido na operação, mas os manifestantes atacaram e destruíram pelo menos dois carros no estacionamento do shopping.

A cortina de vidro do lado de fora da loja e uma das escadas rolantes do shopping foram destruídas, a manifestação aconteceu na área do MASP da Avenida Paulista e durou aproximadamente 16 horas sem qualquer violência.

Os manifestantes exigiram respeito e igualdade e lembraram a população negra das áreas marginais do país da violência, eles foram para a rua Pamplona, ​​Carrefour Corps, por volta das 18h30.

No ataque ao supermercado, os organizadores da marcha pediram aos manifestantes que não destruíssem os manifestantes, mas a equipe que atacou o supermercado não ouviu suas vozes.

Devido aos distúrbios, a polícia interveio e fechou uma parte da rua Pamplona, ​​dispersando os manifestantes, no dia 17 de março, a organização do movimento negro convocou a consciência negra com o tema “Black Lives Matter”.

O projeto de lei da capital paulista exige que o negro melhore de vida, lembre-se da morte do vereador Mariel Franco (PSOL), assassinado no Rio de Janeiro em março de 2018.

Na véspera do Dia em Memória da Consciência Negra, realizado nesta sexta-feira, o negro de 40 anos, João Alberto Silveira Freitas foi espancado por dois brancos da capital gaúcha E morto, a comemoração foi realizada nesta sexta-feira.

O ataque foi filmado por testemunhas. Dois suspeitos foram presos no ato, o policial militar Giovani Gaspar da Silva, de 24 anos, foi levado para um presídio militar, Magno Braz Borges, um segurança de loja de 30 anos, está no prédio da polícia, a investigação trata o crime como homicídio qualificado.