Mãe de Maria Clara não aguenta a dor de enterrar a filha e precisa ser consolada

O assassinato de Maria Clara Calixto Nascimento, de 5 anos, comoveu o Brasil, principalmente os moradores de Hortolândia, onde ocorreu o crime, ela desapareceu na quinta-feira dia 17 de dezembro. 

O corpo morreu em uma caixa de papelão perto de sua residência um dia depois, segundo informações da polícia responsável pela investigação do crime, o padrasto da criança se confessou culpado de barbárie e foi preso logo em seguida.

Conforme relatado pela investigação em andamento, a menina foi totalmente abusada pelo homem antes de ser morta, o funeral de Maria Clara foi realizado no Cemitério Parque Hortolândia na manhã deste sábado dia 19.

Um total de mais de 100 pessoas vieram aqui para se despedir, incluindo alguns líderes adventistas do sétimo dia, que participaram de atividades que forneceram apoio espiritual aos membros da família.

O corpo da menina chegou por volta das 7h, e o funeral foi realizado às 10h, a mãe e a avó da vítima não suportaram a dor de perder um ente querido e precisaram de conforto durante o enterro.

Quando o caixão desceu do túmulo, um balão branco foi lançado para mostrar paz, segundo o estudo do corpo de Maria Clara, também há marcas evidentes de estrangulamento no pescoço.

Segundo a bisavó da criança, ela se queixou de fortes dores nos últimos dias, “ela ia ao banheiro e demorava um pouco.” Maria, você está tomando banho, o que se passa? “.

” Vovó, estou muito magoada. “” O que é minha filha? ” “A Ilza Viana disse:“ Quero fazer xixi, dói, a procura da família e dos amigos desde quinta-feira, a rapariga foi encontrada perto da sua residência perto de Vila Real.

A mãe da criança levou o corpo da filha com as próprias mãos para o pronto-socorro (UPA) do Jardim Nova Hortolândia, mas ela faleceu ali. É necessária experiência para criar raízes.