Governo quer prorrogar auxilio por mais 4 meses mas com valor de R$300

O benefício do Auxílio Emergencial será prorrogado até dezembro deste ano, com quatro parcelas de R$300, valor definido pelo presidente Jair Bolsonaro, segundo apurou o Estadão com fontes das alas políticas e econômica do governo.

O programa social Renda Brasil, que substituirá o Bolsa Família e será a marca social do governo Bolsonaro, ficará para um segundo momento para que o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Para que tenha mais tempo para encontrar espaço para acomodar o novo gasto dentro do teto, que limita o avanço das despesas à inflação, o presidente quer um plano que não inclua a revisão ou a extinção de outros benefícios.

Como o abono salarial, uma espécie de 14° salário pago a trabalhadores com carteira assalariada até R$ 2.090 e que custa cerca de R$  20 bilhões ao ano, o abono é considerado ineficiente pela equipe econômica.

Mas a proposta foi rejeitada pelo presidente em reunião na terça-feira dia 25 de agosto,  no dia seguinte, em viagem a Minas Gerais, Bolsonaro avisou que não vai tirar de pobres para dar a paupérrimos.

Paulo Guedes na primeira referência pública as críticas do presidente, o ministro que chegou a ser alvo de rumores de que pediria demissão, disse que tomou um “carrinho” de Bolsonaro nesta semana.

O ministro ainda brincou em uma live dizendo que ainda bem que foi fora da área, se não seria pênalti, ontem o ministro e Bolsonaro se encontraram fora da agência oficial dos dois, técnicos discutiam ontem uma revisão no seguro-defenso.

Pago a pescadores artesanais no período de reprodução dos peixes, quando a pesca é proibida, para acabar ou restringir o programa, que tem um custo de R$ 2,5 bilhões por ano e é sempre criticado por ter alto índice de fraudes, é preciso aprovar um projeto de lei.

O que exisge menos apoio do que os três quintos necessários para mudar a Constituição e mexer no abono, no entanto, governos anteriores também fracassaram nas tentativas de modificar o seguro-defenso.