Fantástico divulga antecedentes criminais de João Beto, faz observação e recebe muitas críticas

O Fantástico, que foi ao ar na Rede Globo na noite de domingo, é considerado um dos noticiários mais famosos da atualidade, a versão deste domingo dia 22 de novembro, apresentada por Poliana Abritta e Tadeu Schmidt.

Relatou de maneira completa o caso que impediu o Brasil, o assassinato de João Alberto, João de 40 anos, apelidado de João Beto, foi brutalmente assassinado por dois seguranças brancos.

Em um grande supermercado da rede Carrefour de Porto Alegre (RS), o Fantástico falava de vários pontos da pauta, mas quando apresentou sua ficha criminal, a notícia acabou virando alvo de várias críticas na internet.

Em parte da reportagem, o jornalista Manoel Soares disse que depois do crime, correram rumores de que João Alberto seria inocentado pela polícia, o correspondente confirmou e disse que, de facto, tinha razão.

Referindo que a vítima tinha 25 registos policiais, a maioria dos quais de violência doméstica e ameaças, embora Manoel tenha dado os números, ele observou logo depois que, é claro, não tinha nada a ver com ele ter se tornado vítima de um assassinato brutal.

No entanto, a narrativa do repórter não é suficiente para resistir às críticas na Internet, nas redes sociais, os internautas ignoraram os comentários do repórter e criticaram a reportagem.

“Ai meu Deus, você acha que alguém que já foi espancado pela polícia deve ser morto? Um usuário do Twitter disse sobre o projeto Fantástico que a ficha criminal só mostra sua crueldade e racismo.

Segundo a mulher, Milena Borges Alves, idosa de 43 anos, cuidadora, é segurança local em Freitas, disse aos colegas para “brincarem”, os seus colegas começaram a segui-lo e eventualmente Atacou-o no estacionamento.